Dna e as emoções

DNA e as emoções: A ciência por trás da Lei da Atração

No meio de muita especulação sobre o DNA e as emoções, e muitas bobagens místicas travestidas de ciência, existem alguns experimentos super interessantes que valem a pena conhecer.

Estes experimentos mostram um possível reflexo da relação entre as emoções humanas e o DNA, que podem influenciar o processo de manifestação da nossa realidade.

Se você quer entender de forma mais aprofundada como ocorre este processo e qual a relação entre o DNA, as emoções e a chamada Lei da Atração, continue lendo este artigo até o final.

O que é o DNA?

O Ácido desoxirribonucleico é um elemento orgânico cuja estrutura molecular contêm todas as programações genéticas.

Basicamente, essas programações determinam o desenvolvimento e funcionamento biológico de todos os seres vivos, transmitindo todas as suas características para as próximas gerações.

As especulações em torno da relação entre o DNA e as emoções, se deram após alguns experimentos mostrarem que o DNA responde às emoções humanas ao mesmo tempo em que influencia o comportamento dos fótons, que é a partícula essencial de toda matéria.

De maneira bastante simplista, poderíamos resumir este raciocínio da seguinte forma:

Se os sentimentos alteram o DNA, o DNA altera os fótons e os fótons criam a realidade, logo, a criação da realidade está diretamente relacionada com nossos estados emocionais.

Foi partindo deste raciocínio que muitas teorias foram criadas em torno da chamada Lei da Atração, sendo a principal delas a teoria de Rhonda Byrne, criadora da marca The Secret.

O Segredo de Rhonda Byrne

Após o lançamento do documentário e do livro O Segredo, em 2006, o conceito de Lei da Atração foi fortemente difundido no mundo, apresentando justamente as emoções como fator determinante no processo de criação da realidade.

Não por acaso o slogan da marca The Secret é:

The Secret: Feel Good. Change Your Life.

Em português pode ser traduzido como:

O Segredo: Sinta-se Bem. Mude sua Vida.

Apesar de ser um conceito super interessante, a popularização do livro O Segredo, em parte, acabou transmitindo de forma superficial fragmentos da sabedoria de tradições milenares, criando em torno de si, uma aura mística com traços de autoajuda barata.

Eu particularmente acho O Segredo, um livro e um documentário fantástico, e tenho profundo respeito pelos idealizadores e participantes do projeto.

A única falha, no meu ponto de vista, além da superficialidade, é a falta de uma ferramenta prática que permita a aplicação dos conceitos de forma efetiva.

Afinal, de nada adianta ler uma porção de livros sobre física quântica e espiritualidade, aprendendo toda a teoria em torno da chamada Lei da Atração se eu não tiver ferramentas para trabalhar na principal variável deste processo, as emoções.

Como diz certo ditado: Na prática a teoria é outra.

A Lei da Atração Funciona?

A maioria das pessoas que ouvem falar sobre a Lei da Atração, logo se encantam e se enchem de esperança, porém, justamente pela falta de uma ferramenta prática que atue nas raízes emocionais, elas continuam vivendo o mesmo padrão de crenças e emoções negativas, e por consequência, continuam manifestando a mesma realidade desarmoniosa.

Enquanto você não se tornar consciente, o inconsciente vai governar a sua vida e você vai chamar isso de destino.

Carl Jung

Enquanto estive inconsciente deste processo, eu também vivi este mesmo padrão em minha vida.

Foi somente depois que tive acesso a informações mais profundas e ferramentas específicas para limpar meu subconsciente das raízes emocionais tóxicas, que consegui transformar minha realidade de forma consistente.

Eu compartilho esta jornada em meu livro Philadelphia – O Segredo da Vida, que está disponível gratuitamente.

Neste livro você terá acesso a toda informação e ferramentas que utilizei para encontrar o ponto de alinhamento com os princípios metafísicos.

Foram estes princípios que me permitiram colocar em prática os conceitos da Lei da Atração, transformando completamente a minha realidade.

Bom, agora que já apresentamos os pontos elementares do assunto e contextualizamos a nossa perspectiva, vamos falar sobre os experimentos científicos que deram origem a toda essa especulação científica em torno da Lei da Atração.

A ciência por trás da Lei da Atração

Em 1944, o físico Max Planck, pai da física quântica, já afirmava que a matéria era criada a partir de uma energia primordial.

Toda matéria se origina e existe apenas em virtude de uma energia. Devemos supor que por trás desta energia, exista uma mente consciente e inteligente. Esta mente é a matriz de toda a matéria.

Max Planck, 1944

Alguns anos depois desta afirmação de Max Planck, mais precisamente entre 1993 e 2000, uma série de experimentos científicos comprovaram que de fato existe um campo de energia sutil que conecta todas as coisas.

E também foi constatado, que esta mesma energia responde precisamente as emoções humanas, por meio do comportamento do DNA.

A seguir, relato três experimentos que são fundamentais para compreensão deste fenômeno do ponto de vista científico.

DNA e as emoções – Experimento I

Os pesquisadores Vladmir Poponin e Pjotr Garjajev, constataram a influência do DNA sobre as partículas de luz (fótons), o elemento quântico do qual nosso mundo é feito.

Eles mediram a organização das partículas de luz dentro de um tubo vazio, e conforme imaginavam, os fótons estavam distribuídos de uma maneira completamente desordenada.

Em seguida, amostras de DNA humano foram colocadas no interior do recipiente, juntamente com os fótons.

Na presença do DNA, as partículas se organizaram de acordo com a forma do DNA, ou seja, o DNA exerceu uma influência direta sobre os fótons.

Quando o DNA foi removido do recipiente, os fótons permaneceram organizados, mantendo o mesmo alinhamento do DNA.

Os cientistas tiveram que aceitar a hipótese de que algum tipo de energia conectava o DNA com o elemento básico de toda matéria, as partículas de luz.

Este fenômeno foi denominado como “DNA Phantom Effect”.

DNA e as emoções – Experimento II

Em 1993, o Exército americano fez um experimento para averiguar se existia alguma conexão entre as emoções e o DNA humano.

A partir de uma amostra do DNA de um doador, os cientistas começaram a investigar o fenômeno da conexão emocional, que a ciência, até então, afirmava não existir.

O doador foi isolado em uma sala que ficava alguns metros de distância do local onde o sua amostra de DNA seria analisada.

Nesta sala estavam sendo exibidos ao doador, vídeos que provocavam emoções diversas.

Enquanto os vídeos eram exibidos ao doador, o seu DNA era monitorado em outra sala.

Os cientistas observaram que o DNA respondia precisamente as emoções que o doador experimentava na sala ao lado.

Eles foram aumentando a distância entre o doador e a amostra de DNA, chegando a 563 quilômetros.

Independentemente da distância, o reflexo das emoções no DNA acontecia em tempo real, não havia atraso, o que indica que esta energia atua em uma dimensão fora do espaço-tempo.

DNA e as emoções – Experimento III

Em 1991, Glen Rein e Rollin McCraty, do HeartMath Insitute, também analisaram o DNA com o objetivo de detectar as mudanças que os estados emocionais produziam.

Por meio de estados emocionais despertados intencionalmente, a forma do DNA foi visivelmente alterada.

Segundo afirmou um dos pesquisadores, os experimentos revelaram que intenções diferentes produziram efeitos diversos no DNA.

Este experimento fazia com que a molécula se contraísse quando a emoção era negativa ou se expandisse quando a emoção era positiva.

Na concepção da ciência tradicional, existe o conceito de determinismo genético.

Este conceito diz que não existe nada que você possa fazer para alterar as predisposições a doenças e deficiências que estão escritas em seu código genético.

No entanto, estes experimentos provam que este conceito é completamente raso e obsoleto.

As emoções que você experimenta, podem sim alterar toda sua estrutura genética, influenciando diretamente em sua vida e na realidade que o cerca.

Recapitulando

As emoções interferem diretamente no comportamento do DNA.

O DNA interfere diretamente na comportamento da energia que conecta e cria a realidade.

O que dizem as tradições espirituais

Por volta de 1.330 A.C., o filósofo egípcio Hermes Trismegisto, ensinava princípios que regem todas as coisas manifestadas.

A essência de seus ensinamentos ficaram registrados em um livro chamado Caibalion, que descreve 7 leis herméticas que determinam a criação da realidade.

O Todo é Mente; o Universo é mental. 

 Hermes Trismegisto

Apesar de ser uma afirmação extremamente vaga e abstrata, este axioma nos diz que tudo que percebemos com nossos sentidos físicos foi primeiramente criado em nossa mente.

Ou seja, Hermes Trismegisto afirma que a criação da realidade física ocorre primeiramente em uma dimensão não física.

O que diz Buda

Há aproximadamente 2.500 anos, Sidarta Gautama, mais conhecido como Buda, também afirmava que a realidade física é um reflexo da mente.

A Lei da mente é implacável: O que você pensa, você cria. O que você sente, você atrai, e o que você acredita torna-se realidade. 

Buda

Jesus, a Bíblia e a Lei da Atração

João Batista, precursor de Jesus afirmou que o homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for concedido.

E posteriormente Jesus disse:

O reino dos céus está dentro de vós.

Jesus

Conclusão

A criação da realidade, é um processo da natureza que ocorre fora do espaço-tempo, ou seja, na eternidade, sendo desencadeado a partir dos nossos estados emocionais que são expressos por palavras e atitudes, criando eventos em uma realidade sutil que posteriormente se manifestam na dimensão física da realidade.

O físico Henry Stapp, doutor em física de partículas pela Universidade da Califórnia, também confirma este princípio:

O processo fundamental da Natureza reside fora do espaço-tempo, mas gera eventos que nele podem ser localizados.

Henry Stapp

É interessante observar que as tradições sempre fizeram referência aos fenômenos que ocorrem “fora do espaço-tempo”, no entanto, para as tradições, este “lugar”, é chamado de eternidade.

Aplicabilidade

Meu objetivo ao compartilhar estas informações, é alertar para a influência que as emoções exercem em nossas vidas.

Em nossa sociedade não existe uma cultura de consciência e educação emocional.

Somos basicamente focados apenas no desenvolvimento do intelecto, desprezando o papel das emoções na construção do ser.

O Resultado

Formamos pessoas inteligentes, talentosas, altamente capacitadas para o mercado de trabalho, que se tornam depressivas, cheias de conflitos e insatisfações que são compensadas com altas doses de ansiolíticos químicos que prejudicam a saúde e causam dependência.

Segundo o especialista em Medicina Ortomolecular, Dr. Artur Lemos, nos últimos 100 anos, remédios mataram quatro vezes mais pessoas do que a soma de todos soldados mortos em todas as guerras ocorridas no planeta no mesmo intervalo de tempo.

Enquanto isso, o índice de depressão e suicídios no mundo tem aumentado de forma assustadora, e isso nada mais é do que o reflexo de uma sociedade que despreza a importância das emoções.

A importância das emoções

Além de influenciar em nossa imunidade, a emoção é a linguagem que nosso subconsciente utiliza para interagir com nosso consciente.

Do ponto de vista metafísico, temos fortes indícios mostrando que as emoções influenciam diretamente o processo de manifestação da nossa realidade.

Por isso, se você não assumir o controle de suas emoções, você estará sujeito as consequências da realidade que os estados negativos podem manifestar em sua vida.

Encontrando o ponto de alinhamento

Existem técnicas, processos e ferramentas muito efetivas e específicas para desfazer as raízes emocionais tóxicas que sabotam o processo de criação da realidade.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre este assunto, baixe gratuitamente meu livro, Philadelphia – O Segredo da Vida.

Neste livro apresento as ferramentas que possibilitam encerrar os processos de desarmonia, e cultivar estados positivos de forma consistente, permitindo que você crie sua realidade de forma intencional e harmoniosa.

Se você gostou desse artigo, aproveite para compartilhar com as pessoas que são importantes para você.

Um forte abraço e até o próximo artigo.

#épossível

Escrito por

Arikh Anpin

Artista, empreendedor e autor do livro Philadelphia - O Segredo da Vida.

24 comentários em “DNA e as emoções: A ciência por trás da Lei da Atração”

  1. Olá caro Diego. Eu li seu livro recentemente e comecei a praticar o ritual apresentado. Gostei bastante. Contudo, gostaria de solicitar minha adesão ao grupo no Facebook para uma maior e melhor interação. Obrigado

  2. Oi Diego, após ler seu livro me surgiu uma dúvida. Seguindo roteiro de orações eu as farei (todas seguindo a sequência dos pilares), ou vou praticar um de cada vez? Desde já agradeço por seus ensinamentos!

  3. Já li várias obras nesse contexto e estou lendo a sua. Obrigado! Sofro com uma sabotagem de mim mesmo. Quando as coisas parecem que vão bem eu volto ao ponto zero. Hoje começei uma terapia pois me senti no fundo do poço e em desespero total. Vou terminar de ler o seu livro, mas se de antemão tiver algo específico a me dizer agradeço-lhe desde já.

  4. Alô Arikh, grato pela obra magnífica, pois me libertou das trevas. Eu sou do Dondo em Africa e nunca tive acesso a um nível tão alto de leitura simples e prático.

    Deus te abençoe ricamente.

  5. Olá Arikh, bom dia.

    Sou muito agradecido, por ter em mãos uma obra, de grande riqueza em conhecimento e de fácil entendimento. Já li vários livros sobre a lei da atração, mas o philadelphia, tem facilidade nas explicações, abordando um assunto tão delicado, sobre a mente humana. Tenho uma história de vida, bastante conturbada, e que só agora eu sei o que vem me acontecendo ao longo da minha existência. A impressão que eu tinha de mim mesmo, é que eu era um caranguejo, sempre andando pra trás, e agora as confusões mentais que me atormentavam, com seu livro, já houve uma grande melhora. Muito agradecido.

      1. Show de bola! Parabéns por tratar de um assunto tecnicamente difícil! Onde a maioria esmagadora das pessoas que o fizeram, encheram muita linguiça com palavras de difícil entendimento para a maioria dos mortais! Você foi objetivo e usou uma linguagem simples! Acessível a todas as pessoas! Gratidão! Axé! Namastê!

  6. Travei meu primeiro contato com o Philadelphia ontem a noite. Li todinho e depois custei adormecer. Sou estudioso desses temas há uns 10 anos e, pela primeira vez vejo algo complexo ser traduzido com uma linguagem simples. Para mim, o Segredo, da Rhonda, além de carecer de ferramentas práticas, omitiu o principal, que é o AMOR. Em parte, corrigido pelo outro livro dela: O Poder. Numa outra obra, que agora não lembro o nome, travei contato com a Árvore da Vida e, lembro que fiquei frustrado, porque alegava que somente através da prática sexual se podia chegar, de volta, ao Éden. Eu, com meus sessenta e poucos, vi um bloqueio no caminho. Neste teu trabalho consegui entender um pouco mais dessa dualidade Masculino e Feminino, na Árvore da Vida. Gratidão!

    1. Que bom saber disso José, de fato o Philadelphia traz uma perspectiva bastante ampliada sobre essa relação entre o masculino e feminino, culminando no principal: O estado de harmonia interior. Grato pelo comentário.

  7. Olá Arikh, Boa noite! Ontem acabei de ler o Philadelphia, em primeiro lugar Parabéns! Que maravilha! Que lindo! Mas eu fiquei um tanto contrariada, pois sempre tive muita dificuldade pra acreditar na bíblia, consequentemente em Jesus. Sempre achei muita estória inventada. Acredito em Deus como criador, energia suprema. Enfim, eu fiquei em dúvida, por algumas citações metafísicas suas em relação a bíblia. Você quis dizer q a bíblia foi criada numa linha de analogia com nosso interior, ou tudo aquilo lá aconteceu pra nós podermos fazer essa analogia em nossas vidas?

    1. Olá Érica, tudo bem? Este é um assunto realmente muito complexo e sobrecarregado de perspectivas culturais. Sobretudo, o que você pode observar na Bíblia é que grande parte dos livros, ocultam princípios metafísicos relacionados à visão esotérica das escrituras, que fundamentam a Kabbalah. Veja que Paulo de Tarso foi ensinado por Gamaliel, que era neto de Hilel, fundador de uma das principais escolas esotéricas do Judaísmo. Então nos mesmos livros você vai encontrar trechos que refletem apenas aspectos culturais, outros que são registros históricos e outros que ocultam princípios metafísicos.

  8. Apaixonada pelo livro, pelas afirmações. Reescrevi em um caderno e gravei um áudio para ler e ouvir diariamente. Confesso que na primeira leitura me emocionei e chorei. Senti tocando minha alma. Gratidão por esse presente, Arikh!!!

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